
Se perguntava
até quando iria durar aquela espera.
Espera doída, descabida,
lhe tomava o sono e recaía nos dias.
Desassossego, desapego,
num infinito tão aberto
que só cabia o medo.
Não duvidava do correr das horas
e das certezas que isso traz.
Todavia, que ponteiro preguiçoso!
Por que não lhe poupava?
Era a partir dali que traçaria seus planos,
a partir do segundo em que tomasse a decisão.
Mas tudo ainda era incógnita
no charco gelado da emoção.
“Mas tudo ainda era incógnita
no charco gelado da emoção.”
Adorei! Muito lindo. Parabéns.
Lindo texto, amor!
Não importa quantas coisas diferentes vc escreva, sempre me surpreendes.
Uma linguagem tão estimulante e inspiradora.
Eu te amo!!!!!
Muito lindo! [2]
Texto assim deixam um ‘gosto’ de quero mais! =)
Muito bem escrito e a imagem é Super….. Combinou direitinho…. : )
lindo lindo!